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quarta-feira, 14 de maio de 2008






“Continuo dizendo não. Não a esse sentimento que insiste em queimar contra a força de mil litros d’água. Amor que é sonho. Sonho eterno. Irrealizável. Quisera ver-te sentir tal amor. Ser feliz. Ser feliz com outro alguém. Quisera dar tal amor. Não a você que não o quer, mas a ele que o almeja. Mas a isso também digo não. Digo não, porque em mim não manda a razão, mas o coração, e este reserva meu amor a ti. É escravo desse sentimento. Alegrar-me-ei quando for liberto. Enquanto isso continuarei negando àqueles que indagam e perguntam e fingem não saber: “Seu sentimento foi morto?” “Sim,- direi a eles- morreu”. E a verdade continuará ecoando no interior. E ficará mais forte. E então bradarei! Mas não o farei em alta voz...”

Scarlett Freire

4 comentários:

Flávia disse...

"Amor platônico, na acepção vulgar, é toda a relação afetuosa em que se abstrai o elemento sexual, idealizada, por elementos heterossexuais de gêneros diferentes - como num caso de amizade pura, entre homem e mulher.

Esta definição, contudo, difere da concepção mesma do amor ideal de Platão, da qual surgiu a atual idéia grosseira, o filósofo grego da Antigüidade, que concebera o Amor como algo essencialmente puro e desprovido de paixões, ao passo em que estas são essencialmente cegas, materiais, efêmeras e falsas. O Amor, no ideal platônico, não se fundamenta num interesse (mesmo o sexual), mas na virtude"


Talvez seja amor platônico ou amor puro, como diz Platão, mas olha; algumas coisas e pessoas nessa vida realmente valhem a pena, outras não, outras não valhem nem uma fisgada dessa dor!

bjo mana!

Nesga disse...

não cabe como rima de um poema de tão pequeno...

Palhaçarte disse...

Lindo!!! Adorei!!!
vc deveria escrever mais vezes no blog viu...
bjs te amo muitooooo!
ah e ve se visita o meu
http/www.leandro.bezerra.zip.net

hiro disse...

hum....
faz tempo que naum grito dentro de mim essas dores....

agora amores platonicos... é como tomar café pra mim...